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Novo CD do RED


Innocence and instinct é o nome do novo trabalho do RED, banda que já ganhou um post aqui no blog.

Ao ouvir o cd só posso reforçar todos os elogios que fiz ao seu debut “End of Silence”.

Na verdade a banda ousou pouco nesse cd, praticamente não inovou se compararmos ao primeiro, mas a competência que já foi mostrada anteriormente se repete, provando que a banda veio pra ficar. Destaques para a faixa de abertura "Fight Inside" que foi a primeira a ser veiculada nas rádios americanas e “Death of Me” que ganhou um clip bacana, “Mistery of You” e “Start Again” que tem aquela pegada mais lenta e pesada com belos trabalhos de cordas que são característicos do RED, a balada “Never Be The Same” também merece atenção pela sua linda melodia além de uma regravação do hit da banda Duran Duran: “Ordinary World”.


No balanço final, acho que é um cd que merece ser ouvido com carinho, trata-se de um trabalho muitíssimo bem feito, com uma produção luxuosa e mixagem impecável por conta de Ben Grosse (Sevendust, Disturbed, Depeche Mode). Na minha opinião o RED continua sendo uma das melhores coisas que aconteceram no cenário rock evangélico e pra quem ainda não conhece mas curte o som de bandas como Evanescence, fica aqui a minha dica.




Red

Contrariando a grande tendência de bandas indie, emo e afins, os americanos do RED, surgem como uma alternativa pra quem quer curtir um som mais pesado. Não sou muito bom com rótulos, mas classificaria o som deles como New Metal e indico para os fãs de bandas como 12 Stones, Disciple e Pillar. Os caras estrearam com tudo, seu primeiro e único cd até agora, “End of Silence” de 2006 foi logo indicado ao Dove Awards nas categorias de melhor álbum de rock do ano e melhor gravação de rock do ano com a música “Breathe Into Me”, categoria esta em que eles faturaram o prêmio merecidamente, diga-se de passagem. O CD é inteirinho bom destacando como um dos pontos altos, a forma impecável com que eles conseguiram mesclar instrumentos como piano e violino às guitarras distorcidas sem soar cansativo ou clichê, um bom exemplo disso são as músicas “Let Go” , “Already over” e “Lost”, sem falar na potente e, diria, “comovente”, voz do vocalista Mike Barnes. Pra finalizar eu arriscaria a dizer que, a tirar por seu álbum de estréia, o Red ainda vai dar muito o que falar, na minha opinião, foi uma das bandas mais interessantes que surgiram nos últimos tempos e creio que uma das grandes promessas do rock cristão.